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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ratinho investe em site de compras coletivas e quer atingir classe C

O apresentador Ratinho resolveu investir na internet e vai entrar como investidor em um site de compras coletivas, com prática variada de descontos. O apresentador também fará a campanha do site, com o objetivo de levar a classe C para os sites de compra coletiva.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada por Keila Jimenez e publicada na Folha desta quarta-feira (26). A íntegra da coluna está disponível para assinantes do jornal e do UOL.
Carlos Massa, o apresentador do "Programa do Ratinho", vai investir em um site de compras coletivas

terça-feira, 26 de abril de 2011

Vinho tinto faz mais bem para a saúde do que o vinho branco; entenda por quê

Bebida escura contém até dez vezes mais substâncias benéficas a pele e coração

Caio Terreran, do R7
                                           Fabricação do vinho tinto, que inclui cascas e sementes das uvas na fermentação, favorece a concentração de substâncias benéficas

O vinho não é exatamente uma poção mágica, mas é um aliado eficaz para eliminar gorduras, manter a pele jovem e prevenir a formação de colesterol e o aparecimento de doenças cardiovasculares. Tudo isso, claro, quando é consumido com moderação – afinal, trata-se de uma bebida alcoólica.

Segundo a nutricionista Eliana Pereira Vellozo, da Universidade Federal de São Paulo, propriedades que beneficiam a saúde estão presentes com abundância na versão tinta da bebida.

- As uvas são importantes fontes de nutrientes antioxidantes. Essas substâncias fazem com que o consumo de vinho tenha efeitos positivos sobre quem o bebe.

Se a versão escura da bebida tem tantas qualidades, o que dizer do vinho branco? De acordo com Eliana, “apesar de [o vinho branco] também fazer bem, o tinto oferece mais benefícios à saúde, incluindo proteção contra câncer”.

- Isso ocorre por uma questão simples: o vinho tinto contém dez vezes mais polifenóis [substâncias químicas que fazem bem ao corpo humano e que são liberadas e potencializadas na mistura com o álcool] do que branco.
Ela explica que o processo de fabricação do vinho tinto, que inclui o aproveitamento de cascas e sementes das uvas na fermentação, favorece a concentração maior de substâncias benéficas nn bebida.

A nutricionista cita pesquisas que mostram que tintos do sul da França e da Sardenha, na Itália, têm os maiores níveis de compostos que fazem bem ao coração. Mas até mesmo o suco de uva concentrado pode ser benéfico.


- A medida ideal de consumo para quem pode beber álcool é de um cálice por dia. Já pessoas abstêmias, como portadores de diabetes e hipertensos, podem beber até 500 ml por dia do suco.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Como e porquê degustar um Vinho, ou degustação sem frescura


Primeiro você tem que entender o que é e porque degustar um Vinho. Degustação de um Vinho é o ritual de experimentar um Vinho usando todos os sentidos possíveis, neste caso a visão, o tato, o olfato, o paladar. Obviamente fica de fora somente a audição.
Você degusta um Vinho para conhecê-lo melhor e ter idéia de suas características. É como ler um resumo de um Livro. Na verdade no caso do Vinho você não irá perceber isso só “tomando” o Vinho, pois estará ocupado comendo e conversando e não reparando em cada detalhe, isso se faz na degustação.
Os especialistas degustam Vinhos e depois escrevem sobre esta experiência, e até dão notas para separar o que acharam bom ou melhor, de forma que lendo sobre isso você tem uma boa noção do Vinho antes de comprá-lo. As lojas oferecem degustações para que seus clientes conheçam os Vinhos antes de comprá-los.
Para as pessoas em geral a degustação serve para prestar atenção no Vinho, para definir se da próxima vez você irá pedí-lo ou não, com que prato ele pode combinar melhor, ou talvez que pessoas vão apreciar aquele Vinho. Eu, por exemplo, já degustei vários Vinhos para definir se minha esposa iria apreciá-los ou não, ou para saber se valia a pena comprar 10 garrafas para um reunião ou jantar com amigos.
Se você vai preparar um casamento ou um evento para muitas pessoas, vale a pena degustar alguns Vinhos antes de definir qual vai servir. Imagine comprar 30 garrafas de algo que você só vai descobrir que não gosta ou que não combina com a refeição somente após aberta a décima garrafa ?
É, se você não tinha nenhum motivo para degustar um Vinho, então saiba que a degustação economiza seu dinheiro.
A degustação pode ser bastante complexa, para os especilistas, mas elaborei um roteiro com o básico de uma degustação para que você possa aproveitar esta  importante ferramenta do Vinho.
A degustação se faz na primeira taça, na primeira garrafa de um Vinho. Assim abra o Vinho e sirva 1/4 da taça para aqueles que vão degustar.
A degustação no copo
Para iniciar a degustação incline a taça e coloque a taça em uma posição bem iluminada. Olhe bem para o Vinho e tente perceber :
  • A coloração do Vinho .
  • A transparência e a limpidez.
  • O Brilho e a Textura. 
A Textura se percebe girando levemente a taça e observando como o Vinho se comporta nas paredes da taça, mais líquido ou mais viscoso.
A degustação no nariz
Incline novamente a taça e leve ao nariz, aspire o ar, e tente perceber o Bouquet ( ou o aroma do Vinho ). Ele lembra o quê ?
Gire levemente a taça, isso libera aromas secundários do Vinho. Leve novamente ao nariz, aspire e tente novamente perceber o Bouquet. O quê ele lembra ?
Neste caso você vai ter que criar uma memória olfativa. O Vinho tem aromas de muitas coisas, em geral nada lembra de fato a Uva, mas são aromas de madeira, frutas cítricas, frutas vermelhas, manteiga, tabaco, e outros aromas típicos do bouquet de um Vinho.
Estes aromas são importantes porquê vão dar uma boa idéia do que esperar na parte gustativa, e também para poder definir combinações com comida, ou preferências pessoais.
Dica : Quer agradar a pessoa amada ? Pense que aromas e sabores ela prefere e busque um Vinho com características similares, em geral funciona muito bem.
A degustação no palato ( na boca )
Agora beba uma pequena quantidade de Vinho, passe-o sem engolir por toda a lingua, como um leve bochecho, engula, e tente perceber a textura do Vinho ( tato ) na lingua e as características :
  • Doçura
  • Acidez
  • Amargor
  • Adristingência ( que é a sensação que você tem quando come uma banana verde )
  • Corpo ( você sente o “peso” do vinho na lingua )
  • Persistência ( o paladar desaparece logo ou persiste na boca )
  • Equilíbrio ( se as características estão harmonicas )
 Aqui também sua memória gustativa será importante pois você pode perceber alguns detalhes do Vinho como gosto amanteigado, ou amadeirado ( pelo carvalho dos barris ), ou outros sabores que você poderá encontrar neste momento. 
Nesta última etapa, em degustações profissionais, os especialistas cospem o Vinho. Porquê ? Porque eles vão desgutar um dezena de Vinhos e não querem ficar bêbados. No caso dos mortais, pule esta parte. Após a degustação gustativa, engola o Vinho, guarde na memória o que você sentiu e se gostou, anote o que sentiu e o nome do Vinho para poder comprar mais.
Além do que citei aqui existem inúmeros detalhes a serem observados na degustação, mas que você pode aprender com  tempo, se quizer.
Como organizar um degustação em sua casa
Se você quiser degustar vários vinhos, convide os amigos, saiba que uma garrafa dá para oito a dez pessoas degustando. Assim compre umas cinco ou seis garrafas diferentes, convide uns seis a dez amigos, e promova uma degustação na sua casa. Cada um degusta, comenta, e depois de degustar todas as garrafas toma um pouco mais do que gostou.
É bom colocar água na mesa e pão. Entre cada taça, você toma um gole de água, e um pedacinho de pão para limpar o paladar.
Não esqueça de oferecer alguns aperitivos, como queijos e frios. ( Sem amendoim ou coisa picantes pois destroem o seu paladar para o Vinho ).

segunda-feira, 18 de abril de 2011

 
"O grau de civilização de um povo é sempre proporcional à qualidade e à quantidade dos vinhos que consome." - Babrius (Poeta Romano)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

VINHO CARO E DESPERDÍCIO

UOL Economia > Últimas Notícias

Estudo sugere que vinho caro é desperdício, pois consumidor não nota diferença

Vinhos mais baratos podem ter o mesmo efeito em termos de paladar que garrafas mais caras, segundo um estudo britânico.
No total, 578 pessoas participaram de uma degustação às cegas durante o Festival de Ciência de Edimburgo, na Escócia, e só na metade dos casos conseguiram identificar quais eram os vinhos caros e quais eram os mais baratos.
Eles experimentaram diversas variedades de vinhos tintos e brancos com preços menores que 5 libras (R$13) e outras safras consideradas superiores vendidas a preços entre 10 e 30 libras (R$ 26 e R$ 78). Na degustação, também havia garrafas de champagne de 17 libras (R$ 44) e de 30 libras (R$ 78).
Os participantes tinham de dizer, então, quais eram os vinhos baratos e quais eram os caros. Mesmo sem saber a resposta, eles teriam 50% de chance de acertar. E foi exatamente isso o que aconteceu.
A conclusão, para os pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, é que muita gente não consegue distinguir os vinhos pelo paladar e pode estar pagando mais caro apenas pelo rótulo.
"Estes resultados são impressionantes. As pessoas não conseguiram notar a diferença entre vinhos caros e baratos, então nesse momento de dificuldades financeiras a mensagem é clara: os vinhos baratos que testamos tinham um gosto tão bom quanto as garrafas caras", disse o psicólogo Richard Wiseman, que conduziu o estudo.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Kit sacola ecológica

Kit Sacola ecológica + 3 Vinhos tinto suave 720ml
R$ 24,65

TIPOS BÁSICOS DE TAÇAS

Para vinhos tintos

O vinho tinto precisa de espaço para respirar, pois tem aromas e sabores muito intensos. Por isso, a taça tem corpo grande, fazendo com que se libere toda a sua potência. O formato também é ideal para que a bebida possa "dançar". Por esse motivo, também é importante lembrar que ela deve apenas ser preenchida até um terço de sua capacidade.
Existem dois tipos comuns de recipientes de vinho tinto: Bordeaux e Borgonha, taças batizadas com esses nomes por causa das famosas regiões produtoras da França.


Bordeaux
As taças Bordeaux foram feitas para abrigar vinhos mais encorpados e ricos em tanino, feitos principalmente a partir da uva Cabernet Sauvignon. Elas possuem o bojo grande, mas têm a borda mais fechada para evitar a dispersão de aromas, concentrando- os. A aba fina direciona o vinho para a ponta da língua, permitindo que a untuosidade e os sabores frutados dominem antes que os taninos sejam direcionados para a parte de trás da boca. É indicada para Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah, Tannat, entre outras uvas.



Borgonha
Os vinhos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir. Portanto, as taças são em formato balão (ou seja, com bojo maior do que as Bordeaux) para que haja mais contato com o ar, o que permite que o buquê se libere mais rapidamente. Este recipiente foi feito para que o vinho explore muito o nariz. O formato direciona o fluxo acima da ponta e do centro da língua, diminuindo a acidez e acentuando as qualidades mais arredondadas e maduras do vinho. Além da Pinot Noir, também é ideal para que sejam apreciados vinhos Rioja tradicional, Barbera Barricato, Amarone, Nebbiolo etc.


Para vinhos brancos
As taças têm corpo menor do que as para vinho tinto por dois motivos. Primeiro, o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e, portanto, em um recipiente menor, que permita menos trocas de calor com o ambiente. Segundo, porque precisa que sejam realçadas as notas de frutas. A aba estreita entrega o fluxo do vinho através das áreas da língua com equilíbrio entre doçura e acidez, crucial para os brancos.
Para vinhos rosados


Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por esse motivo, a taça costuma ser menor que a dos brancos, mas com bojo maior. Ela deve acentuar a acidez do vinho, equilibrando assim sua doçura. Se não tiver uma taça específica para rosés (poucas marcas possuem), pode usar uma para vinho branco.
Para vinhos doces e fortificados
Possuem bojo pequeno, justamente porque as pessoas consomem vinhos doces e fortificados em quantidades menores. Também são mais estreitas na parte superior. Seu design ajuda a conduzir o fluxo da bebida diretamente para a ponta da língua, região onde os sabores doces são mais percebidos.


Taça ISO
Por fim, existe a taça ISO (International Standards Organization), criada em 1970. Ela é uma espécie de taça coringa, pois serve para todos os tipos de vinho. É muito utilizada para degustações técnicas, para que possa ser mantida uma referência entre diversos tipos de fermentado. Por isso, pode ser um dos melhores modelos para começar o seu acervo. Ela é relativamente pequena e totalmente cristalina. Seu bojo é maior e ela é fechada na parte de cima. É boa especialmente para a parte aromática.


Para espumantes e/ou champagnes
Para um Champagne ou um espumante comum, a taça adequada é a que chamamos de flûte, ou flauta. Ela serve para que possam ser apreciadas as borbulhas, ou perlage. A taça fina também direciona a efervescência e os aromas para o nariz, enquanto controla o fluxo acima da língua, mantendo o equilíbrio entre a limpeza da acidez e a saborosa profundidade. Quanto mais bojo tiver a taça, melhor, pois se for reta demais no sentido longitudinal não irá realçar os aromas. Se o Champagne for Cuvée ou de safra especial, faz-se necessário um recipiente com corpo curvo, para que o apreciador possa sentir alguma fruta.
LAVE SUAS TAÇAS
Uma vez que você já possui as taças, é imprescindível que cuide bem delas, caso contrário, rapidamente seu prazer ao degustar será prejudicado. Para laválas, recomenda-se água morna e uma quantidade mínima de detergente líquido. Com ele, todo cuidado é pouco. Se a taça não for bem enxaguada, o produto pode alterar o sabor e o aroma do vinho e, no caso do Champagne, impedirá que se formem as borbulhas.
Há ainda outras regras mais do que essenciais: sempre enxaguar muito bem os copos e depois secá-los com cuidado, preferencialmente com um pano de linho; nunca secar segurando a base com uma mão e girando a taça com a outra em direções opostas; e, finalmente, guardar os copos em um local completamente livre de odores.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Queijos & Vinhos - Uma combinação simples e sem "Stress"

Para descomplicar o casamento entre vinho e queijo, basta ter bom senso e utilizar uma regra simples:   
Queijos brancos e frescos, de sabor leve, combinam com vinhos brancos leves.  
Queijos de massa mole e firme não curados, combinam com vinhos brancos encorpados ou vinhos tintos leves. 
Queijos de massa firme e curados, pedem vinhos tintos encorpados, com passagem em carvalho. 
Queijos com mofo esverdeado, azulado ou esbranquiçado, casam muito bem com vinhos tintos encorpados e marcantes, ou ainda, com vinhos doces e licorosos.
 
A arte de combinar o Queijo com o vinho certo
   
Queijos podem ser fabricados com leite de qualquer animal, mas os mais consumidos, são os queijos produzidos com leite de cabra, ovelha e principalmente leite de vaca. Eles podem ser divididos e classificados em grupos.   Os agrupamentos são formados por queijos de mesma consistência, teor de gordura ou de processos semelhantes. Há diversas classificações que são mais complexas, mas aqui, a classificação segue o método de "Jacquet & Thévenot", por ser mais simples.  
Os vinhos foram indicados de acordo com o tipo de uva, baseado nas características que normalmente essas uvas influem em um vinho. Isso não significa portanto, que basta apenas comprar um vinho com a uva mencionada. Uma uva Moscato, por exemplo, pode produzir vinhos brancos e secos, mas normalmente, são encontrados na versão adocicada. É importante portanto, levar em consideração outros fatores como o corpo (teor alcoólico), o teor de açúcar, a acidez e etc...


Queijos de massa fresca  
São Queijos que devem ser consumidos rapidamente (queijo Fresco, Mozzarella, Butirro, provolone fresco, queijo Minas,  Petit-Suisse, Quark, Cottage, Ricota) 


Queijos de massa mole  
São queijos com fermentação forte, cura prolongada e algumas vezes, recobertas de mofo branco (Brie, Camembert, Marroilles). 
Queijos de massa firme  
São que contém menos água e mais Cálcio (sais minerais). 
     Crua 
               Casca seca: Gouda, Edam, queijo do Reino, Danbo, Contal, Cheddar, Prato 
               Casca lavada: Port-Salut, Saint-Paulin 
               Não prensados: Bel, Paese, Tilsit 
     Cozida 
               Emmenthal, Comté, Gruyère, Parmigiano 


Queijos de mofo verde/azul  
Queijos com veios esverdeados ou azulados (Gorgonzola, Roquefort, Stilton) 


Queijos fundidos 
Fabricados com fragmentos que sobram da produção de outros queijos de massa firme cozida ou ainda com queijos com problemas de forma. São pastosos e de sabor acentuado. Harmonizam bem cim vinhos branco maduros ou vinhos tintos de médio corpo
"Com o vinho se alimentam as forças, o sangue e o calor dos homens."
(Plínio, o velho)
"O vinho faz esquecer as maiores preocupações." (Sêneca)

Vinho e Saúde

Já não é mais novidade, mas o assunto deve ser novamente abordado por conter outras recentes evidências dos poderes terapêuticos do vinho. Os médicos sempre estiverem cientes dos benefícios na moderação do consumo do vinho como fator preventivo de várias doenças, porém sempre foram relutantes em prescreve-lo para pacientes abstêmios afim de não aumentar inadvertidamente o risco do abuso de álcool. Isso parece estar mudando. Esse tema começou a agitar a classe médica com mais pesquisas após o programa "60 Minutes" do canal americano CBS em 1991, quando foi apresentado o chamado Paradoxo Francês: os franceses, à despeito da dieta rica em gorduras saturadas, fumo e sedentarismo, entre outros fatores de risco, possuíam taxas de doenças coronarianas de apenas 40% das americanas, justificadas pelo consumo regular de vinho tinto. A partir daí, como era de se esperar, nas grandes universidades e respeitadas entidades científicas formaram-se grupos para conduzir estudos de longo prazo com a finalidade de confirmar e até ampliar conhecimentos sobre os efeitos benéficos do vinho no organismo humano.

Bem antes disso, já se sabiam as seguintes verdades: que o álcool fazia aumentar o HDL, o bom colesterol; que no caso de falta de apetite, uma taça de vinho era um aperitivo natural para aumentar a salivação e a atividade estomacal; que uma taça de vinho na refeição dobrava a perda de peso nas pessoas obesas pelo efeito tranqüilizante; que o vinho era uma excelente adição na dieta de pessoas com pressão alta pelo alto conteúdo de potássio e baixo de sódio; que diabéticos podiam aumentar o prazer das refeições com uma taça de vinho seco, pois o álcool não requer insulina para ser metabolizado; que para os idosos, o vinho tomado ao deitar tornava o sono mais repousante e reduzia a quantidade de tranqüilizantes e pílulas para dormir. Finalmente, sempre se soube que o metabolismo e a absorção do álcool pelo fígado, 30g por hora, é muito mais lenta com fermentados do que com destilados. Como o vinho é sempre tomado lentamente e às refeições - com o estômago cheio a absorção é ainda mais lenta - os níveis de álcool no sangue não atingem proporções intoxicantes, como acontece com os destilados e que podem levar a lesões no órgão.

Já mais recentemente, no livro The French Paradox and Beyond, o autor Lewis Purdue, diz: "Nós agora sabemos tanto ou mais à respeito dos efeitos cardio-protetores do consumo moderado de álcool do que sobre o papel da aspirina em reduzir ataques do coração ou do papel das fibras no câncer do cólon." Ele também menciona o Copenhagen Heart Study, uma pesquisa que envolveu 13.000 pessoas durante dez anos. O estudo concluiu que aqueles que consumiram até seis cálices de vinho por semana durante o período de avaliação, tiveram somente 40 porcento da taxa de mortalidade daqueles que não beberam. Ficou também demonstrado que cerveja e destilados não forneceram tal proteção e que a maior taxa de mortalidade ocorreu entre os "heavy drinkers". O Dr. R. Curtis Ellison, Chefe de Medicina Preventiva e Epidemiológica da Escola de Medicina da Universidade de Boston diz que os dados científicos são claros: "O consumo moderado de vinho tinto está associado com um risco bem menor de doenças do coração e derrame, as principais causas de morte nos EUA." Pode-se portanto concluir que não beber vinho é um dos fatores de risco para doenças coronarianas.

Além de todas essas vantagens, o vinho ainda é creditado com mais outras, não menos importantes:


  • Tem poder antioxidante - ele é benéfico para a saúde devido à presença de polifenóis nas uvas, agindo como antioxidantes. São nutrientes naturais que protegem contra reações químicas indesejáveis no interior do corpo, especialmente a oxidação das células, causadora do envelhecimento e doenças. Essas substâncias são encontradas nas cascas e sementes de uvas tintas.
  • Diminui chances de pedras nos rins - estudos feitos na Inglaterra e Estados Unidos em 1998, mostram que pessoas que bebem uma taça de vinho por dia têm uma redução de 59 porcento no risco de formação da primeira pedra. O Dr. Gary Curham, autor do estudo, diz: "A urina fica mais diluída, significando um maior fluxo com aumento da secreção de hormônios antidiuréticos."
  • Melhora a atitude psicológica - qualquer enófilo pode atestar o poder relaxante de uma taça de um bom vinho. Pessoas que bebem uma ou duas taças por dia tendem a um estilo de vida mais moderado e equilibrado e parecem ser mais capazes de administrar o stress.
  • Protege contra o mal de Alzheimer - pesquisas na França sugerem que o consumo moderado de vinho pode proteger contra o Alzheimer e a demência. Foi verificado que bebedores moderados tiveram uma redução de 75 porcento na taxa de mal de Alzheimer e 80 porcento na taxa de demência quando comparadas, nos dois casos, com não bebedores.
  • Não engorda - contra todas as teorias, pesquisas recentes mostram que quantidades moderadas de vinho não têm esse efeito. Um estudo da Universidade do Colorado em 1997 descobriu que homens saudáveis bebendo dois cálices de vinho tinto nas refeições não tiveram ganho de peso.
É evidente que nem todos podem se beneficiar dessas vantagens, como mulheres grávidas e pessoas com certas doenças ou sob proibições éticas ou religiosas contra bebidas. Para as demais, que ainda não adotaram o vinho como "remédio", convém consultar um médico. Com certeza eles estarão mais condescendentes do que no passado para dizer "sim."

Com tudo isso, existe também um outro paradoxo: além de todas as vantagens para a saúde, o vinho não tem contra indicações, é a melhor bebida que existe para acompanhar refeições e como efeito colateral promove o convívio social e faz amigos. Segundo a revista Wine Spectator de 15 de Dezembro de 1999, durante um leilão de vinhos em Nova York alguém teria dito que o Musigny 1934 Vielles Vignes, de Comte Georges Vogüé sendo apregoado era até melhor que sexo. Mas isso também já é um pouco de exagero. Saúde. 

Ennio Federico

"Minhas Palavras": >Vinhos brasileiros

"Minhas Palavras": >Vinhos brasileiros
NÃO FIQUE FORA DESSA!!!!!!
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"Vinho é bom ou é mal à saude"?

O vinho é um alimento e uma bebida especial, diferente de qualquer outra. Ao longo da história da humanidade o vinho sempre teve um lugar de destaque. É ele que aparece junto aos deuses. É ele que está na simbologia e nos cultos religiosos. É a bebida que mais inspirou artistas e poetas. É com vinho que se comemoram as grandes conquistas e vitórias. Nas civilizações em que o vinho era conhecido ele também era usado para curar doenças, tratar ferimentos, prevenir males e alegrar o espírito.

O que torna o vinho um alimento e uma bebida tão especial, tão diferente de todas as outras são os polifenóis. Mais especificamente é a relação harmônica dos polifenóis com os outros componentes do vinho, sobretudo com o álcool. É justamente essa afinidade a grande responsável pelas virtudes organolépticas e terapêuticas desta bebida/alimento tida como o néctar dos deuses.


Os polifenóis existem no reino vegetal com a função de defender as plantas. São eles que protegem os vegetais dos ataques físicos como o dos raios ultravioletas (do sol) e dos ataques biológicos como os dos fungos, dos vírus e das bactérias. O criador – que é tão sábio – ou a natureza – que é tão pródiga – concentram os polifenóis nas folhas, cascas e sementes dos vegetais para que eles cumpram com eficiência esse papel. Eles são eficientes nesta nobre função porque têm um efeito antioxidante e antibiótico muito marcado e potente. É justamente destes efeitos que advém às virtudes terapêuticas.


Os cerca de 200 polifenóis já identificados no vinho provém entre 90 e 95% das castas e sementes das uvas, os vinhos tintos são fermentados na presença das cascas e sementes das uvas, ao contrário dos brancos que, quando inicia a fermentação, separam-se esses elementos. O álcool é o melhor solvente - extrator – dos polifenóis. Desse modo é fácil entender porque os vinhos tintos são mais ricos em polifenóis e, como regra, têm mais benefícios para a saúde.


Os vinhos brancos embora tenham menos polifenóis também têm algumas virtudes terapêuticas que são muito interessantes. Eles, de uma maneira geral, são mais diuréticos, desintoxicantes e ricos em potássio, cálcio e magnésio. Isso é muito interessante em uma série de situações clínicas. Os polifenóis no vinho branco são em menor quantidade, mas com uma grande capacidade antioxidante. Pesquisas realizadas na Universidade de Búfalo, em Nova Iorque, mostraram que as pessoas que têm o hábito regular de beber vinho branco moderadamente junto com as refeições têm uma melhor função pulmonar. É bem sabido que função pulmonar tem relação direta com qualidade e quantidade de vida.


Hoje existem mais de 250.000 estudos médicos sobre os efeitos de vinho e de outras bebidas alcoólica sobre saúde humana. Eles mostram várias virtudes terapêuticas para o vinho, como as listadas no quadro abaixo.


Evidências na literatura médica de ações do vinho na saúde humana


Existe um estudo feito no Instituto do Coração, em São Paulo, coordenado pelo Prof. Dr. Protásio Lemos da Luz que compara o efeito do vinho tinto (bebida rica em polifenóis e álcool) e do suco de uva (bebida rica em polifenóis, porém sem álcool) na formação de placas de gorduras na artéria aorta (a principal do organismo). Neste estudo coelhos foram tratados com uma dieta rica em gorduras por 12 semanas e divididos em 3 grupos. Um grupo recebia além da dieta água, o outro suco de uva e o terceiro vinho tinto. No final de 12 semanas os coelhos forma sacrificados. Foi compara a quantidade de placas de gorduras na artéria aorta de todos os coelhos. O que se encontrou foi que os coelhos que tomaram água tinham 70% da área da artéria aorta com placas de gordura, os que tomara suco de uva (bebida rica em polifenóis, mas sem álcool), tinham 47% da área da artéria comprometida com placas de gordura e os que receberam vinho tinto (bebida rica em polifenóis e mais o álcool) apenas 38% da área da artéria aorta com gorduras.


Uma pesquisa que visou comparar o efeito do vinho tinto (bebida alcoólica rica em polifenóis com um destilado (bebida alcoólica sem polifenóis) no organismo humano foi publicada recentemente na revista “Atherosclerosis”. O estudo foi feito com 40 homens, com idade média de 37 anos. Todos receberam durante 30 dias o equivalente a 30 g de álcool. Numa etapa como vinho tinto e em outra como bebida destilada. Nos dois períodos de estudo foram medidos alguns marcadores de Aterosclerose. Este nome é dado a situação clínica em que gorduras que existam no sangue (colesterol) sofrem ação dos Radicais Livres, se oxidam e vão se aderindo com células às paredes dos vasos sanguíneos de maneira a formar placas que acabam por obstruir-los. Esta pesquisa evidenciou um efeito protetor ao desenvolvimento de aterosclerose para ambas as bebidas, mas significativamente maior para o vinho tinto. Enquanto o destilado diminuiu a adesão de células na parede dos vasos em 39% o vinho diminuiu em 96%.


Estes dois estudos, pinçados entre milhares, servem para ilustrar a fantástica relação de harmonia que existe entre os componentes do vinho, mormente dos polifenóis com o álcool. É justamente esta relação, que pode ser tão diversa e harmônica, é que faz do vinho um alimento e uma bebida tão especial e diferente de qualquer outra. É esta harmonia que levou o vinho para junto dos deuses e a aparecer na simbologia e nos cultos religiosos. É esta harmonia que extrapola a taça e a garrafa que atinge o espírito (e inspira os artista e os poetas) e o corpo das pessoas (promovendo a saúde).


(Fonte: Jornal Bom Vivant – Maio/2005.)

Vinhos de São Roque: Vinho, um bom remédio

Vinhos de São Roque: Vinho, um bom remédio: "O vinho, pelo visto, logo será vendido nas farmácias, com prescrição médica. Acumulam-se as evidências de que, consumido de modo sistemátic..."

Vinho, um bom remédio

O vinho, pelo visto, logo será vendido nas farmácias, com prescrição médica. Acumulam-se as evidências de que, consumido de modo sistemático e, certamente, em porções moderadas, ele contribui de forma significativa para manter sadias as coronárias, retardar o envelhecimento e prevenir algumas doenças típicas das idades mais avançadas, como Parkinson e Alzheimer.

A comprovação, agora, é dada por cientistas da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. O professor Dana King, chefe da equipe, se disse surpreso com os resultados. A pesquisa envolveu 7,5 mil pessoas. “O risco de desenvolver doenças cardíacas diminuiu em 38% entre os que passaram a consumir vinho nas doses recomendadas” - assegurou o médico.

Vários grupos foram formados. Uns tomavam vinhos, outros destilados. Havia os que não bebiam rigorosamente nada, os que malhavam em academias, os das diferentes dietas alimentares, os que acumulavam duas ou mais dessas atividades.

Exames regulares de saúde monitoraram os participantes, individualmente, durante os quatro anos em que se estendeu o programa. O maior benefício registrado no teste foi para os que elegeram o vinho, disseram os pesquisadores em artigo no American Medical Journal.

Na verdade, os vinhos, especialmente tintos, possuem propriedades especiais. O resveratrol, substância existente na casca da uva, estimula a produção do bom colesterol, o HDL, contribuindo para eliminar as placas gordurosas que, ao aderirem nas paredes das artérias, causam enfartes e derrames. E há, ainda, flavonóides como a quercitina e a luteonina, com ação antioxidante que combate os radicais livres responsáveis pelas doenças do envelhecimento.

O professor Dana King é categórico ao afirmar que, apesar do álcool não ser uma panacéia para a boa saúde, é impossível negar os benefícios que o consumo moderado proporciona. “Nenhum dos participantes ingeriu qualquer bebida alcoólica no início do estudo, mas os grupos que passaram a consumi-la em quantidades controladas tiveram substancial redução no risco de doenças coronarianas, na comparação com os abstêmios”.

Essa redução foi maior entre os que conjugaram sua dose diária com a prática constante de exercícios físicos. O cientista adverte, entretanto, que os abstêmios precisam avaliar, com cuidado, uma alteração de hábito. E quem possui problemas hepáticos deve, definitivamente, afastar a idéia do consumo sistemático de vinho ou outra bebida alcoólica.

A Universidade da Carolina do Sul ratificou uma constatação feita já na década passada, celebrizada na época como “o paradoxo francês”. Indagava-se, então, o motivo pelo qual as pessoas na França, adeptas de uma culinária farta em pratos calóricos e com um dos maiores índices per capita de consumo de vinho, não mostram tendência à obesidade e são extremamente longevas. O diferencial, constatou-se, foram as propriedades benéficas da bebida, somadas ao caráter saudável da dieta mediterrânea.

Respalda tais conclusões o fato dos norte-americanos serem cuidadosos ao extremo na abordagem de temas ligados ao consumo de álcool. Não se deve esquecer que o país, durante os anos da lei seca, em meados do século passado, baniu por completo os destilados e fermentados. A proibição caiu, mas, ainda hoje, em muitos estados, as bebidas só podem ser compradas em lojas administradas pelo governo.

A palavra chave, de qualquer forma, é moderação. Qual o limite? Um copo com 120 ml de vinho ao dia para mulheres, dois para homens. Crianças, lactentes e motoristas, nem pensar.

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