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terça-feira, 5 de junho de 2012

Reutilização de rolhas de vinho na decoração


Vinhos, espumante e champagne sempre acompanham momentos especiais. Veja algumas formas de reutilizar as rolhas, que diferente da garrafa de vidro, nem sempre têm destino certo no caminho sustentável.
Rolhas são feitas de cortiça, extraídas da casca de uma árvore chamada Sobreiro, da família do carvalho. Sua textura é bem fácil para manuseio de artesanato.

Veja algumas ideias garimpadas para suas rolhas guardadas:














Tapete de banheiro 














Painel de recados 

































Descanso de panela (rolhas são ótimos isolantes térmicos)

Esperoamos que seus momentos especiais sejam eternizados em objetos bacanas para o seu dia a dia!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Medalhão de filé mignon ao molho de gorgonzola




Ingredientes

4 medalhões de filé mignon – aproximadamente 110 gramas cada um.
8 batatas médias
150 gramas de queijo gorgonzola
150 ml de creme de leite
100 ml de leite
Salsinha picada misturada com azeite
Azeite
Pimenta do reino a gosto
Sal

Forma de preparo

a) Corte as batatas em quatro partes, cozinhe-as e depois as doure numa frigideira com um pouco de azeite. Se preferir deixe-as com a casca. Corrija o sal e reserve.
b) Misture numa vasilha o queijo gorgonzola, o leite e o creme de leite, e aqueça tudo numa frigideira em fogo brando, até começar a derreter o queijo. Reserve.
c) Salgue, sele e doure os medalhões dos dois lados numa frigideira grande com um pouco de azeite. Adicione 50 ml de vinho tinto ou branco se desejar mais umidade e um filé mais ao ponto. Importante a carne não estar gelada, mas a temperatura ambiente. Reserve.

Montagem do Prato

Num prato coloque os medalhões de um lado, as batatas de outro e entre eles ou sobre o medalhão espalhe o creme de gorgonzola. Dê uma cor ao prato espalhando uma colher de salsinha no azeite sobre as batatas. Sirva imediatamente.

Observações

Enquanto a carne é finalizada aqueça o creme de gorgonzola e as batatas, para que nada seja servido frio. As batatas podem ser mantidas no forno pré- aquecido enquanto o prato é finalizado.


terça-feira, 15 de maio de 2012

Como identificar um vinho estragado ?




Não tem nada mais desagradável que abrir um vinho e verificar que tem alguma coisa de errado.
Na maioria das vezes fica difícil ter certeza do fato, nunca é unânime. Veja abaixo as situações possíveis para se diagnosticar o problema.

Bouchonnè
Não dá para saber se um vinho ficou Bouchonné só de olhar. O mofo da rolha não aparece na superfície dela e nem nos pedaços que flutuam em sua taça, você precisa cheirar. De uma forma óbvia o vinho terá um aroma de papelão molhado e mofo. Quanto mais tempo deixar na taça mais intensa ficará esta característica.

Oxidado
A oxidação e causada pelo excesso de oxigênio no vinho. Pode ser devido a falha de vedação, resultando em um envelhecimento precoce ou oxidação.
A tendência de usar níveis menores de dióxido de enxofre no processo de engarrafar também indica o aumento no numero de vinhos oxidados. Diferente do Bouchonné é possível enxergar os efeitos da oxidação do vinho. Vinho branco ganha uma cor cobre escuro e o tinto uma cor mais clara e amarronzado. Mais a forma mais fácil de identificar é a semelhança ao vinagre !

Outras falhas
Sulfeto de hidrogênio aparece com freqüência em vinhos que foram fermentados em um ambiente com limitação de nitrogênio e acabam por exalar um cheiro de ovos podres. Nesta linha ainda a possibilidade de cheirar a acetona e vinagre. E a falta de higiene na vinícola provoca odores de gesso e crina de cavalo, é mole !

O que fazer ?
De imediato, no primeiro gole separe a garrafa e devolva. Em qualquer lugar que seja, restaurante, loja independente, supermercado e etc….
Não espere a garrafa ficar no final, pois não vai pegar bem.
Fonte de pesquisa: Livro Vinho Matt Skinner





quinta-feira, 10 de maio de 2012

Dica de leitura: “A viúva Clicquot”



Casada com Philippe Clicquot-Muiron, que deu início à pequena vinícola Clicquot, Barbe Nicole se viu à frente de um negócio tradicionalmente masculino ao perder o marido, tornando a casa uma das mais conhecidas do mundo. “A viúva Clicquot”, de Tilar J. Mazzeo, conta a ascensão do famoso rótulo. Além da vida da mulher que revolucionou o champagne, o livro passa por revoluções, guerras e embargos comerciais. “A viúva Clicquot” não fala sobre riquezas e comemorações, mas superação, pioneirismo e garrafas explosivas em verões escaldantes, que garantiam o sucesso ou a derrota de toda uma família da noite para o dia.





terça-feira, 8 de maio de 2012

Adega telha, uma ideia sustentável



Adega telha é uma ótima opção para armazenar seus vinhos prediletos de uma maneira simples e benéfica para o planeta. Confira nossa dica! 



Materiais:

Serrote

Placa de fibrocimento ondulada
Lixa d´água nº 180
Tubo de alumínio
Massa adesiva epóxi ( dois componentes)
4 de 20 x 80 cm cada uma1quantidade necessária




Passos

1 - Com um serrote, corte uma placa de fibrocimento de acordo com o comprimento desejado para a adega
.


2 - Alise as bordas, lixando com lixa d'água n° 180.


3 - Corte pedaços de 5 cm de tubo de alumínio.


4 - Prenda-os na placa de fibrocimento com a massa adesiva epóxi.Deixe secar durante dez minutos.


5 - Superponha a chapa seguinte invertendo o sentido das ondas e prenda nela a outra extremidade dos tubos com massa adesiva. Repita o procedimento com a quantidade de placas necessárias para a altura desejada. 

E se não quiser ela rustica assim ainda dá para pintar de acordo com sua decoração!












quinta-feira, 26 de abril de 2012

São Roque de outrora - Joaquim Silveira Santos




O “São Roque de Outrora” foi escrito entre 1936 e 1938 e é a base de todo o conhecimento que se tem sobre a formação de São Roque. Tudo que veio depois dele usou o trabalho de Joaquim Silveira Santos como norte.
Originalmente, a série São Roque de Outrora foi publicada, semana após semana, na capa do O Democrata. Agora, ele é publicado em forma de livro com o apoio do Guia São Roque.
“O material ficou restrito aos recortes e ao acervo do Democrata por mais de 70 anos”, lembra o jornalista Demétrio Vecchioli, responsável por editar o livro. Inicialmente, o trabalho foi produzido para a prefeitura de São Roque, que adquiriu o direito de imprimir o livro, fez isso, e distribuiu milhares de unidades pelas escolas públicas da cidade.
“Muitos que viam o livro, porém, demonstravam interesse em adquiri-lo, mas a unidades pertencentes à prefeitura não podiam ser comercializadas. Como a família me cedeu os direitos autorais do livro, procurei alguns parceiros, como O Democrata, a ACIA, a AISAM e o SINDUSVINHO, que aceitaram de pronto a ideia e hoje são os realizadores do projeto”, explica o editor.
O livro tem início junto com as primeiras movimentações dos bandeirantes que fundaram São Roque, há mais de três séculos e meio. Ele segue contando como São Roque se tornou comarca e depois cidade. Relata a abertura das ruas, a chegada da Sorocabana, os primeiros empreendimentos comerciais, a inauguração da Brasital, a construção de cada capela, o desenvolvimento industrial, entre tantas outras coisas. Estão ali também as histórias das famílias tradicionais, como a do Barão de Piratininga, além dos “causos” antigos.
Praticamente tudo o que se sabe sobre São Roque até 1938 está neste livro escrito por Silveira Santos, o mais importante historiador que São Roque já teve.
 “O São Roque de Outrora é ilustrado com fotos da época em que ele foi escrito. As imagens, a maioria inéditas, foram retiradas de um trabalho de inspeção sanitária feito em 1941. A própria foto de capa do livro, tirada de onde hoje está a Mercearia São Paulo, é daquela época”, conta o editor.


Entre vinhos, cartas e amores




O roteiro pode ser um pouco previsível, mas não é difícil entrar no clima porque "Cartas para Julieta" é um romance envolvente com todo seu humor, sensibilidade e fotografia. Como muitas obras deste tipo, o filme trata de uma jornada em busca do que se perdeu, seja encontrar o amado ou a paixão perdido em uma relação antiga e desgastada no dia a dia.

Essa é a base do trabalho do diretor Gary Winick (De Repente 30 e Noivas em Guerra), que deu a oportunidade a jovem promissora atriz Amanda Seyfried (Mama Mia) de estrelar mais um sucesso na telona como Sophie, uma checadora na redação da revista The New Yorker, que tem uma chance de mostrar sua veia jornalística durante viagem de pré-lua de mel com o noivo Victor (Gael García Bernal), um chef em meio a preparação do primeiro restaurante próprio.

O jovem casal viaja para Verona, que se torna palco do enredo, que tem como foco principal a história da Casa di Giulietta, residência considerada o endereço da trama escrita por Shakespeare (Romeu e Julieta) e que recebeu sua primeira carta endereçada a Julieta em 1937. Naquele local, Sophie busca uma inspiração para sua primeira grande chance como jornalista ao encontrar e se envolver no trabalho das Secretárias de Julieta (senhoras que respondem as cartas de mulheres apaixonadas).

Quando começa a retirar as cartas com o grupo de senhoras, ela descobre acidentalmente uma mensagem deixada há mais de 50 anos por uma jovem chamada Claire Smith (agora interpretada por Vanessa Redgrave) sobre sua paixão por um jovem italiano chamado Lorenzo, por que se apaixonara numa viagem de férias com a família. Esse é o ponto inicial da jornada desta futura jornalista que decide contactar a autora da carta e promover esse encontro tão esperado, num roteiro pela Itália com partida por Verona e rumo à Siena e Florença, na região da Toscana.

Nesta passagem de um passado cheio de amor para a descoberta da verdadeira paixão do presente, o espectador se admira com aqueles cenários deslumbrantes mostrados no filme, as descobertas dos personagens e a riqueza enogastronômica. De Verona (cidade fundada pelos Celtas e imortalizada pelo romancista e escritor inglês), podemos destacar o setor vitivinícola que é considerado o mais importante da região, com vinhas altamente especializadas para a produção de vinhos de qualidade, com dez vinhos DOC e três DOCG. É de lá que se aprecia rótulos como o La Poja, Serego Alighieri, Corvina Rondinella, Palazzo della Torre e Valpolicella.
A cidade de Siena é considerada uma das mais belas da Itália e é universalmente conhecida pelo seu património artístico e pela notável unidade estilística do seu centro histórico, classificado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. De fato, esta é considerada a pátria de alguns dos mais famosos vinhos italianos, como o Nobile di Montepulciano, Santo di Montepulciano e Orcia.
A cidade natal de Dante Alighieri (autor de "Divina Comédia"), Florença é considerada o berço do Renascimento italiano e antiga capital da moda. E hoje é a capital e maior cidade da região da Toscana e uma das cidades mais belas do mundo, onde se pode conferir mais uma leva de rótulos de destaque como o Chianti Clássico e o Vernaccia di San Gimignano.


Ficha Técnica:
Título original: Letters to Juliet
Gênero: Drama/ Romance
Duração: 105 minutos
Ano de lançamento: 2010 
Direção: Gary Winick
Roteiro: Jose Rivera e Tim Sullivan
Produção: Ellen Barkin, Mark Canton, Eric Feig, Caroline Kaplan, Patrick Wachsberger
Direção de arte: Stefano Maria Ortolani e Saverio Sammali
Elenco: Elenco: Amanda Seyfried, Gael García Bernal, Vanessa Redgrave, Christopher Egan, Daniel Baldock, Ashley Lilley, Franco Nero, Anna Kuchma